Adote um cão salve uma vida!!!

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domingo, 26 de agosto de 2012

CÃES TEM SENTIMENTOS experiências de cães – ou gatos – nos consolando em momentos de tristeza!

Achei este post da médica veterinária Karen Becker super legal e resolvi traduzir para nós! Boa leitura e deixe seu comentário, tenho certeza de que todos nós temos experiências de cães – ou gatos – nos consolando em momentos de tristeza! Boa leitura. Texto: Karen Becker. Tradução e adaptação: Ana Corina Se seu cachorro parece estar preocupado quando você chora, existe a possibilidade de você não estar imaginando coisas. Novas pesquisas indicam que cães na verdade respondem de maneira específica ao choro de pessoas. Pesquisadores da Universidade de Londres descobriram que cães são mais aptos a se aproximar de uma pessoa chorando do que de uma pessoa falando ou murmurando. E mais interessante ainda é o fato de que os cachorros pesquisados demonstraram comportamentos submissos com pessoas chorando. Os pesquisadores usaram pessoas murmurando por que é um comportamento relativamente único para o qual os cães provavelmente não tivessem sido expostos ainda. Seria, então, algo curioso o suficiente para despertar sua atenção. De acordo com Deborah Custance, pesquisadora e psicóloga, “o fato dos cães diferenciarem choro de murmúrio indica que sua resposta ao choro não era puramente movida por curiosidade. Ao invés disso, o choro demonstrou um significado emocional maior para os cachorros e provocou uma resposta por parte de todos muito mais forte do que o murmúrio ou fala.” Seu cão pode estar tentando consolar você! Custance e Jennifer Mayer, pesquisadoras da Universidade de Londres, recrutaram 18 cães e seus tutores para a experiência. Os cães eram Labradores, Golden Retrievers, alguns outros, de outras raças populares ou mestiços. Os experientos foram conduzidos na sala de estar das casas dos próprios cachorros. A pesquisadora Mayer visitava cada casa e ignorava o cachorro de maneira a ele rapidamente perder o interesse nela. Depois, então, ela começava a interagir com o tutor do cachorro, com as duas pessoas conversando, fingindo chorar ou murmurando, uma de cada vez. Dos 18 cães participantes, 15 deles se aproximaram de seus tutores ou da pesquisadora enquanto os humanos estavam fingindo chorar. Apenas 6 cães se aproximaram enquanto elas murmuravam. Os resultados sugerem que foi a emoção do choro, não curiosidade, que fez com que os cães respondessem ao comportamento das pessoas. O mais fascinante é que os cães sempre se aproximaram da pessoa que estava chorando, não da que estava quieta. Isto parece sugerir que os cães estavam tentando confortá-la e não apenas procurando o barulho“ "Os cães se aproximaram de quem estava chorando não importando quem era a pessoa, se a pesquisadora ou seu tutor. Desta maneira, eles estavam respondendo à emoção da pessoa, não a seus próprios interesses (o que os faria ir para perto do tutor), o que sugere um comportamento movido por empatia e oferta de consolo”, concluiu Mayer. Seu cão está demonstrando empatia? 13 dos 15 cachorros que se aproximaram da pessoa chorando demonstraram comportamento submisso através da linguagem corporal, botando suas caudas para dentro ou abaixando suas cabeças. Os outros 2 cães mostram-se alertas ou dispostos a brincar. Submissão é um outro comportamento consistente com a empatia. Entretanto, o time de pesquisadores da Universidade de Londres teve o cuidado em reforçar que o estudo não oferece respostas definitivas para a questão de que cães possam realmente sentir empatia ou não. Ao mesmo tempo, eles acham que o experimento facilita o surgimento de mais estudos sobre a vida emocional dos cachorros.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

8 Lições para educar seu filhote de cachorro Além dos cuidados habituais que devemos ter com nossos amiguinhos, como dar aplicar as vacinas em dia, dar banho, alimentá-los corretamente, etc. Devemos saber também educá-los corretamente, principalmente quando são filhotes e tem uma maior facilidade de aprendizado. Com poucas dicas, você conseguirá fazer com que seu amigo se torne uma companhia ainda mais agradável. Experimente! 1 – Ensinar-lhe seu nome
É inútil gritar, seu ouvido é muito apurado: pronuncie lenta e claramente seu nome para chamar sua atenção e associe-o a cada ordem: A primeira coisa que um filhote deve aprender é seu nome: quanto mais curto, ele o memorizará melhor. Desde o primeiro dia, chame seu filhote pelo nome. Preceda o chamado de seu nome por um momento agradável para incita-lo a executar as ordens. Quando ele vier, afague-o e recompense-o com uma carícia. Se ele demorar em vir, não o repreenda: ele demorará ainda mais para vir da próxima vez! 2 – “Não”
Preste atenção na coerência de suas ordens: o que você proíbe um dia não deve ser tolerado no outro dia pelas outras pessoas de seu convívio. Desde sua chegada, é essencial incutir no filhote o sentido da palavra “não”. O ‘não’ será associado a todas as proibições. Ele deve ser categórico e pronunciado com uma voz firme e sem equívoco enquanto você vê o filhote cometer uma ação proibida. No final dessa aprendizagem, não hesite em dar um tapinha nas costas do filhote no momento em que diz “não”. Ele compreenderá rapidamente o significado do ‘não’ e adaptará seu comportamento à simples entonação de sua voz. 3 – A limpeza Se o seu filhote fez as necessidades em local indevido na sua ausência, não o repreenda! A repreensão só será eficaz se você pegar o filhote no ato. Um filhote que chega em uma casa geralmente não é treinado. Saia frequentemente com seu filhote, se possível a cada duas horas durante o dia (saídas menos frequentes diminuirão seu aprendizado). Saia após cada refeição, cada despertar e após as brincadeiras. Felicite-o com a voz ou com carícias cada vez que ele conseguir. Se dentro da casa seu cão roda em círculos, espere que ele comece a fazer sua necessidades e o repreenda dizendo “NÃO” com um tom firme e depois faça com que ele saia. Quando tiver terminado suas necessidades, fora de casa, acaricie-o e felicite-o. Enfim, não se esqueça que na cidade a limpeza é imperativa! 4 – Sentado… deitado… não se mexa
É importante respeitar a cronologia indicada para a aprendizagem dessas três ordens de base e certificar-se que uma ordem está bem adquirida antes de passar à seguinte. Esses exercícios devem primeiramente ser praticados com o filhote na guia, desde que ele tenha aceitado o uso da mesma. 1 Sentado: Dando a ordem “sentado”, exerça uma pressão no nível dos rins do filhote, segurando sua cabeça para cima com a outra mão. Assim que ele se sentar, felicite-o, mencionando seu nome e acaricie-o. 2 Deitado: Comece fazendo com que o filhote se sente, depois se agache ao lado dele. Mantenha suas patas para frente e puxe-as delicadamente para frente. Ao mesmo tempo, dê-lhe a ordem “deitado”. Quando ele se deitar, felicite seu filhote acariciando-o. 3 Não se mexa: Faça o seu filhote sentar, completando a ordem “sentado” por “não se mexa”. Afaste-se alguns centímetros e se ele se levantar ou segui-lo, diga-lhe “Não” e coloque-o novamente no local inicial repetindo “sentado – não se mexa”.Na medida em que ele progredir nessa aprendizagem, afaste-se cada vez mais do filhote, que estará livre ou preso a uma guia. 5 – A caminhada com guia
Nunca bata em seu filhote com a guia: ela deve ser sinônimo de passeio, alegria e não de punição. Assim como a limpeza, o filhote aprende a caminhada com guia bem cedo. Habitue seu filhote ao uso da coleira, depois inicie a caminhada com guia em casa, várias vezes por dia e sempre em sessões curtas. Agora seu filhote deve aprender a caminhada com a guia na rua. Primeiramente, faça com que ele se sente à sua esquerda (por razões de comodidade pessoal, você pode decidir que será à direita, mas mantenha-se sempre ao mesmo lado), depois dê ordem para avançar e começar a andar. Segure a guia levemente e avance em seu passo: o filhote caminha perto de você, sua cabeça está na altura de seus joelhos e a guia fica maleável. Quando você parar, faça com que ele se sente e recompense-o com uma carícia. Se o filhote puxar, diga “não” dando um puxão seco na guia. 6 – O chamado
Se seu filhote não obedece à ordem “aqui”, saia no sentido oposto ou esconda-se: ele ficará inquieto por permanecer sozinho e voltará rapidamente! Mais que uma ordem, o chamado é um convite para voltar perto de você e receber carícias ou recompensas: o chamado deve ser ligado a um gesto positivo, mas exige muito rigor de sua parte. Comece associando o chamado à distribuição do alimento: um membro de sua família mantém o filhote à distância enquanto você prepara sua refeição. Chame, então, o cão pelo seu nome e diga “aqui”. Pouco a pouco, com carícias, felicitações e estímulos positivos, o filhote assimilará que com a ordem “aqui” ele deve imediatamente vir em sua direção. Ponha isso em prática primeiramente dentro de casa antes de levá-lo para fora, preso por uma guia. 7 – Ficar sozinho Tanto quanto possível, não habitue seu filhote à solidão antes dos 4-5 meses de idade: isso arriscaria gerar crises reais de ansiedade em seu jovem companheiro. A solidão é uma realidade que seu filhote conhecerá ocasionalmente ou regularmente. Tanto para um caso como para o outro, ele deve estar preparado. Aproveite os momentos de cansaço do filhote para habitua-lo a ficar sozinho. Nos primeiros momentos, ausente-se brevemente, alguns minutos. Se o filhote chorar, volte em sua direção, repreenda-o e saia novamente. Quando voltar, felicite-o se ele permaneceu calmo. Progressivamente, você poderá estender a duração de suas ausências de tal maneira que elas se tornem uma prática natural que não precisa nem de ritual de adeus nem de encontros exuberantes. 8 – A refeição A distribuição de guloseimas ou de restos de alimentos caseiros rompe o equilíbrio nutricional proporcionado pelo alimento completo que você dá ao seu filhote. Além disso, se ela passar a ser excessiva ou regular, pode fazer mal à saúde, favorecer o aumento de peso e estimular o filhote a pedir petiscos enquanto você faz suas refeições. As refeições também fazem parte de um código de boa conduta cujo respeito afastará os comportamentos indesejáveis. Adote o ritmo certo: até os 6 meses de idade, dê-lhe 3 refeições por dia, depois passe a 2 até o fim do crescimento. Ofereça suas refeições em horários fixos, no mesmo comedouro, no mesmo lugar, se possível, afastado de seu local de dormir. Não se esqueça de manter um bebedouro limpo e cheio de água fresca. Faça com que ele coma após você: ele compreenderá quem é o “chefe”, pois é assim que isso se passa em uma matilha. Recomendações A capacidade de aprendizagem varia de acordo com os filhotes, mas todos têm em comum o tempo de sono, que é muito importante, e uma certa fragilidade: respeite sempre seu ritmo e sua idade. Brincar O filhote adora brincar. É preciso aproveitar essa chance para educar sem pressão, através de curtos exercícios que ele realizará com prazer. Etapa por etapa A educação é conduzida etapa por etapa. Quando é muito jovem, o filhote dispõe de uma baixa capacidade de concentração: além de 3 sessões diárias de 5 minutos você arriscaria cansa-lo. Progressivamente, você poderá estender o tempo de trabalho para chegar em torno de 30 minutos por dia quando ele tiver cerca de 6 meses. No entanto, para favorecer a socialização, é recomendável multiplicar as descobertas do filhote com trajetos de carro, contatos com crianças, adultos e também com outros animais, etc…. Prazer e rigor O prazer e o rigor condicionam a conquista da educação. Além das brincadeiras que permitirão educar o cão com alegria, a aprendizagem do filhote deve acontecer em um clima de confiança e paciência com uma certa firmeza. O cão que possui um senso sutil de igualdade desenvolverá melhor a vontade de ganhar sua afeição e de lhe dar prazer. Recompensa A recompensa faz a motivação crescer e facilita a educação. Para ser eficaz, ela deve ser significativa para o cão, isto é, o dono deve felicitá-lo com carícias, entonações de voz calorosas. A utilização de guloseimas deve permanecer excepcional, a fim de preservar seu peso ideal. Em compensação, qualquer besteira ou comportamento indesejável devem ser reprimido, mas lembre-se que isso só será eficaz se você pegar o filhote no ato. Para a maioria dos filhotes, uma repreensão emitida em voz alta e grave é suficiente. Linguagem A linguagem que você utiliza deve ser adaptada ao animal. As ordens que você lhe dará devem ser simples, curtas e sempre repetidas. Não se esqueça que o cão compreende mais a entonação dada que seu sentido: o tom que você utilizar vai variar, portanto, de acordo com o que você ordena, felicita ou repreende o filhote. O gesto é também um meio eficaz para fazer com que seu cão o compreenda.
14 Coisas Sobre Amor que Podemos Aprender com Cães Se você tem ou já teve um cachorro, provavelmente não se espantou com o título do texto. Sempre amei os peludos principalmente por observar como eles são capazes de dar amor na forma que ele deveria ser dado – puro, intenso, e sem esperar nada em troca. Os cachorros nos ensinam lições valiosas todos os dias – mas, como eles não falam, muitas vezes esses ensinamentos passam despercebidos: é preciso sensibilidade para captar; é preciso enxergar além das orelhinhas caídas ou do fucinho molhado. E esse é um dos motivos pelos quais nunca dei muito crédito para pessoas que dizem não gostar de cães. Pensando nisso, montamos uma lista de coisas sobre amor que deveríamos aprender com eles: 1 – Deixe que as pessoas o toquem – mas somente aquelas em quem você confia. 2- Ame intensamente, mas não espere coisas em troca. 3- Cuide e proteja aqueles que ama.
4- Perceba o valor das coisas simples – um beijo, um passeio, um dia de sol. 5- Use seus sentidos para conhecer alguém verdadeiramente e tire conclusões baseadas em suas ações, invés de palavras: palavras são facilmente manipuladas. 6- Viva o presente. Ontem já foi e amanhã pode ser tarde demais. 7- Seja fiel. Reconheça e retribua o amor que as pessoas te dão.
8- Quando alguém que ama está triste, às vezes a melhor coisa que pode fazer é sentar-se ao lado, ficar em silêncio e dar carinho. 9- Nunca permaneça bravo ou de cara fechada depois de uma discussão. Invés de guardar rancor, aproveite o presente da reconciliação. 10 – Numa discussão, evite morder quando só um rosnado funciona. 11- Não importa o quanto o seu dia foi ruim – nunca desperdice a chance de abraçar alguém que ama.
12- Sempre que alguém que ama chegar em casa, corra para cumprimentá-la. 13- Passe tempo perto daqueles que ama – mesmo que não estejam fazendo nada de muito importante. 14- Nunca finja ser alguém que você não é.
” Se um cão não vem até você depois de olhar-lhe na cara, é melhor ir para casa e examinar sua consciência” (Woodrow Wilson) *tópicos livremente traduzidos e adaptados. Fonte original desconhecida. *Para fins de direitos autorais de imagem declaro que as fotos usadas no post não são de minha autoria e que os autores não foram identificados.
COISAS QUE DEVEMOS APRENDER COM OS CÃES ! Existem algumas grandes lições que podemos aprender com os Cães. Se um cachorro fosse o seu professor, você aprenderia coisas assim: 01 - Quando alguém que você ama chega em casa, corra ao seu encontro. 02 - Nunca perca uma oportunidade de ir passear. 03 - Permita-se experimentar o ar fresco do vento no seu rosto. 04 - Mostre aos outros quando eles estiverm invadindo o seu território. 05 - Tire uma sonequinha no meio do dia e espreguice antes de levantar. 06 - Corra, pule e brinque todos os dias. 07 - Tente se dar bem com o próximo e deixe as pessoas te tocarem. 08 - Não morda quando um simples rosnado resolve a situação. 09 - Em dias quentes, pare e role na grama, beba bastante líquidos e deite debaixo da sombra de uma árvore. 10 - Quando você estiver feliz, dance e balance todo o seu corpo. 11 - Não importa quantas vezes o outro te magoa, não se sinta culpado... volte e faça as pazes novamente. 12 - Aproveite o prazer de uma longa caminhada. 13 - Se alimente com gosto e entusiasmo. Coma só o suficiente. 14 - Seja leal. 15 - Nunca pretenda ser o que você não é. E o MAIS importante de tudo.... 16 - Quando alguém estiver nervoso ou triste, fique em silêncio, fique por perto e mostre que você está ali para confortar. A amizade verdadeira não aceita imitações!!! E NÓS PRECISAMOS APRENDER ISTO COM UM ANIMAL QUE, DIZEM SER IRRACIONAL!!!! compartilhando com: Postado por CANIL AVALON LAND - DÁLMATAS E WESTIES

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Aprenda a perder calorias em dobro levando seu cachorro para passear! Você quer perder algumas calorias e não tem tempo de se exercitar? Sabia que você pode incluir alguns esportes no seu dia a dia? Se você trabalha, vai para a faculdade ou escola, durante o seu dia passa por diversos obstáculos que podem ser primordiais para torná-lo uma pessoa fisicamente ativa. Andar com o seu cachorro Você tem um cachorrinho lindo e o ama muito? Mas, quando o assunto é passear com ele ou levá-lo para fazer suas necessidades, você morre de preguiça? Então, comece a prestar atenção nos “dog walkers” ou “passeadores de cães”. Nunca percebeu que são magros e tonificados? Eles se beneficiam muito com esta prática e conseguem perder diversas calorias, além de definir membros superiores e inferiores. Que tal tentar? Faça o aquecimento dos seus exercícios com uma caminhada acompanhado do seu cachorro, assim, você vai conseguir perder cerca de 200 calorias em apenas 30 minutos. Mas, cuidado! Especialistas não indicam correr com cachorros. Se eles pararem abruptamente você pode sofrer um acidente. Por isso, caminhe com atenção e fique cada vez mais próximo do melhor amigo do homem. E, durante o passeio, não se esqueça da sua hidratação e da hidratação do seu cão. Você pode fazer isso em qualquer lugar e tirar proveito de qualquer situação para manter a forma. Fonte: Pet Rede
Quer ter um pet bem educado? Confira as dicas Na maioria das vezes, o problema é com os donos e não com os cachorros – explica o adestrador Pablo Weber, acrescentando que os humanos não podem perder de vista a noção de hierarquia canina. – Todo cachorro pertence a uma matilha, e toda matilha deve ter um líder. Se o cão percebe que não há um líder, ele vai ser o rei do pedaço. Veja as dicas - Entenda como seu cão pensa. Tente compreender do que cada raça precisa. - Lembre que você deve ser o líder. Não deixe que ele faça o que quiser. Voz firme e postura correta são fundamentais. - Recompense o bom comportamento do cão. Pode ser com comida, como biscoitos e ossinhos, ou em forma de carinho. Escolha o momento certo para recompensar o cachorro. - É importante repetir os mesmos comandos várias vezes. Cerca de 80% do treinamento é repetitivo, enquanto os outros 20% são associativos. - Não incentive maus hábitos. Não é porque determinada atitude é “fofinha” que o cachorro pode fazê-la. - Combine com toda a família os comandos que vão ser ensinados ao cão. Combine também as regras da casa para que o cão não se confunda. - É importante oferecer diversas experiências para estimular o cérebro e os sentidos do cão. Exercícios físicos são fundamentais para não deixá-lo estressado e irritado. Muitos cães ficam agressivos por causa da solidão. - O ideal é que o cachorro seja adestrado a partir dos dois meses de idade. Mudar um comportamento arraigado é sempre mais difícil. - Continue reforçando o aprendizado do cachorro durante toda a vida dele. - Cuide do ambiente do cão. Ele é extremamente importante para sua saúde e comportamento. - Lembre-se: cães agem segundo instintos. Não se deve tratar um cachorro como se fosse um bebê, por exemplo, ou esperar que ele aprenda tudo sozinho. Fonte: Pet Rede
Cara de um, fuça do outro Uma nova pesquisa da Universidade de Bath Spa, na Inglaterra, diz que traços de personalidade, como extroversão, amabilidade e estabilidade emocional, estão ligados à raças especificas de cachorros. Apresentado na Sociedade Britânica de Psicologia e feito com mil proprietários desses animais, o estudo sugere ainda que os donos escolhem bichos que refletem suas próprias características. “Os dados indicam que é possível prever a personalidade de uma pessoa baseando-se na raça de cão que ela tem”, explica o pesquisador Lance Workman, que liderou o trabalho. De acordo com Workman, os donos, inconscientemente, se sentem atraídos pelos comportamentos que cada raça encarna. “Sem dúvida, a escolha é relacionada com o estilo de vida dos proprietários”, acrescenta o pesquisador britânico. A universidade inglesa organizou os animais em sete grupos: cães farejadores (como o golden retrivier), cães de caça (galgos), cães de pastoreio (pastores-alemães), cães de terra (bull terrier Staffordshire), cães de companhia (chihuahua), cães utilitários (buldogues) e cães de guarda (dobermans). A partir dessa divisão, os pesquisadores classificaram os tipos de comportamentos humanos relacionados aos grupos de raças de cães. Os dados do estudo ainda são preliminares, mas os pesquisadores já revelaram alguns cruzamentos de tipos de personalidade humanas com as raças caninas: Confira cinco deles: Extrovertidos: pessoas expansivas costumam escolher cães de pastoreio e utilitários, como os buldogues, border-collies e pastores-alemães. Amigáveis: quem tem alto grau sociabilidade gosta de cachorros farejadores e de companhia, como o golden retrivier, o cocker spaniel e o chihuahua. Responsáveis: este tipo de pessoa costumar preferir cães de companhia, utilitários e farejadores, como o chihuahua, o buldogue e o golden retrivier. Estáveis: individuos com mais equílibrio emocional escolhem cães de caça, como os galgos e os beagles. Experimentadores: pessoas abertas a novas experiências preferem cães de companhia, como o chihuahua e o pequinês. Fonte: Pet Rede