segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Elefanta pintora tem obras leiloadas em Londres
Elefanta pintora tem obras leiloadas em Londres
Bem que poderia ser destinado às sociedades de proteção animal, né? já que é exploração animal, que seja em benefício de outros animais e não de humanos..... urgh!!!!!!
Candidatura de um gato para prefeito - Canadá
Candidatura de um gato para prefeito - Canadá
Sei não, galera, mas, acho que podíamos tentar esta solução para algumas cidades brasileiras, não? kakakaka... aqui no ES, indico o nome do meu Cão .... kakakaka.....
"Faltam candidatos com propostas interessantes para sua cidade? Que tal promover a candidatura de um animal à prefeitura? Foi exatamente isso que moradores da cidade de Halifax, Canadá, fizeram lançando a candidatura de Tuxedo Stanley, um gato de 3 anos de idade.
A campanha de Tuxedo está fazendo um enorme sucesso na internet e sua página no Facebook já conta com mais de 5 mil fãs desde que foi criada no dia 3 de junho deste ano. E de acordo com o Digital Journal, a criação da campanha do gato surgiu depois de os moradores notarem que nenhum dos candidatos à prefeitura da cidade possuíam propostas relacionadas ao cuidado dos animais. "Porque a negligência não está funcionando", afirma o slogan da campanha de Tuxedo.
A campanha de 'mentirinha' é muito bem planejada e conta com site oficial com produtos do felino à venda como camisetas, bonés, materiais de propaganda e bottons. A renda arrecadada com a venda dos produtos será enviada para o projeto Spay Day, que ajuda famílias de baixa renda a castrar seus gatos. "Há literalmente milhares de gatos desabrigados - selvagens ou abandonados - que vivem da sua força de vontade nos becos, ruas e arbustos da cidade", afirmou ao Chronicle Herald Hugh Chisholm, dono e gerente da campanha de Tuxedo.
"Há poucas pessoas que procuram ajudar, porque não recebem nada por isso. Se você ajudar um cão abandonado ou ferido, você poderá ser recompensado financeiramente. Mas se você fizer isso por um gato, você não receberá nada, pois não existem projetos como estes para os felinos". O sucesso da campanha de Tuxedo Stanley é tão grande que até seus 'opositores' políticos humanos estão comentando sobre o assunto nas redes sociais.
O candidato Waye Mason ainda brincou com a popularidade do gatinho e afirmou: "ainda bem que não irei concorrer, de fato, com ele". Chisholm ainda afirmou que não acredita que seu projeto terá tanta repercussão, mas disse que a iniciativa poderá ajudar os futuros governantes a pensar em soluções para os problemas envolvendo animais de estimação na cidade."
Fonte: Paraíba.com
De repente iriam ser mais competentes e ter mais e maior credibilidade.
Fora que o horário eleitoral iria ficar apreciável e cheio de criaturinhas fofuxas para a gente apreciar....
domingo, 30 de setembro de 2012
Cadela Lilica enfrenta perigos de rodovia para alimentar outros animais
Cadela Lilica enfrenta perigos de rodovia para alimentar outros animais
Há três anos, ela percorre 2 quilômetros para garantir o jantar dos bichos.
Moradora em um ferro velho, Lilica divide o espaço até com uma mula.
Do G1 São Carlos e Araraquara
280 comentários
Em meio à sucata de um ferro velho, em São Carlos (SP), descansa um exemplo de solidariedade. A cadela Lilica mora no local e divide o espaço com um cão, um gato, um galo, uma galinha e até uma mula. Todas as noites, os bichos têm o jantar garantido porque Lilica faz a parte dela.
Quando a tarde vai embora, a cadela cumpre rigorosamente uma missão. O destino é casa da professora Lúcia Helena de Souza, que cria 13 cachorros e 30 gatos, todos recolhidos da rua. Depois de servir o jantar da turma, a professora prepara uma marmita para Lilica.
“Eu percebia que ela comia e ficava olhando para o que tinha na sacola. Aí uma vizinha disse que dava e impressão de que a cadela queria levar o resto da comida. Aí nós amarramos e ela pegou a sacola e levou. Daquele dia em dia a gente faz isso”, conta Souza.
O encontro é pontual, ocorre sempre por volta das 21h30. A cadela mata a fome, pega a sacolinha com o alimento separado pela professora e segue de volta ao ferro velho. São dois quilômetros de caminhada na lateral de uma estrada bem movimentada. No escuro, a pista fica ainda mais perigosa, mas Lilica atravessa com segurança e em poucos minutos chega com o jantar dos outros animais.
Lilica carrega marmita preparada pela professora Lúcia para os outros animais (Foto: Reprodução/EPTV)Lilica carrega marmita preparada pela professora
para os outros animais (Foto: Pedro Santana/EPTV)
A catadora Neile Vânia Antonio, que encontrou Lilica abandonada ainda filhote na porta do ferro velho, pega a sacola e abre para todos os bichos do local comerem. O que sobra fica para o café da manhã. A história se repete todos os dias, há três anos.
Dona Neile diz que desde que viu a cadela pela primeira vez percebeu que ela era diferente. “A gente que é humano não faz isso. Algumas pessoas até escondem e não querem dividir o que tem. Ela não, Lilica é um animal excepcional”, afirma.
história de Lilica cachorrinha que leva comida para seus irmãos caninos e anda muito quilômetros com a comida na boca
Vejam o Programa Mais Você Ana Maria Braga Rede Globo do dia 27 de setembro de 2012
Mais você - Rede Globo - 27/09/12
assistam o vídeo também emocionante a história gente ajudem o mais rápido possível
A história da cadela Lilica me doi o coração
Desde que li esta notícia, há uns dias, me deu um aperto no coração....
- primeiro por ela andar 2 km (pesquisei e é a metade da praia de Itaparica aqui no ES) e se for ida e volta são 4km (a praia inteira).... Considero isto longe demais, pois, ainda por cima vem carregando o peso da comida....
- segundo por ela estar exposta aos perigos de uma via cheia de carros p´ra lá e p´ra cá....
- terceiro porque ela serviu como matéria em um programa de TV que tem como garantir a comida dos cachorros de lá até o fim da morte de todos... eu não ouvi nada a respeito.... castração da Lilica urgente, pois, as tetas enormes dizem que ela já pariu inúmeras vezes...
Sinceramente? posso falar? sinto uma dó enorme e me faz muito mal vê-la tão generosa e tão exposta. Preferia guardá-la como desejo, um dia poder guardar-la...
Desculpem, mas, meu instinto de proteção é meio desaforado e forte demais. Vejam aí a matéria...
Exatamente. Pensei o mesmo, fiquei me sentido mal e até comentei sobre alguém próximo poder castrá-la e vaciná-la, no face.
Tem como as pessoas ajudarem a castrar e vacinar, pelo menos isso???
os protetores de\São Carlos deveriam ajudá-la com alimentos para evitar esta árdua caminhada.
gente vamos fazer contato e ajudá-la o mais rápido possível alguém que mora em São Carlos SP pode nos ajudar com a Lilica precisa de ajuda, ração, castração, vacinas....
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Crianças conhecem animais nas escolas
Cintia Végas
Daniel Caron
Estudantes têm a oportunidade de brincar com os bichinhos na escola.
A vida em grandes cidades, em espaços residenciais cada vez mais reduzidos, acaba fazendo com que as crianças tenham pouco ou mesmo nenhum contato com os animais. Atualmente, não é raro encontrar meninos e meninas que nunca viram de perto uma ovelha, uma vaca, um pato, um porquinho ou uma galinha.
Sabendo disso, muitos colégios de Curitiba têm mantido espaços rurais onde os alunos podem observar o comportamento dos bichos, tocá-los e realizar uma série de atividades interativas.
Desde que abriu as portas, há cerca de 27 anos, a escola de educação infantil Pés no Chão, localizada no bairro Bom Retiro e voltada a crianças de zero a seis anos de idade, busca incentivar o contato de seus estudantes com a natureza. No local, para encantamento de adultos e crianças, são mantidos peixes de água doce, tartarugas, coelhos, galinhas e pássaros.
“Os animais ajudam para que possamos trabalhar com as crianças questões ligadas ao meio ambiente e à responsabilidade. Os alunos aprendem, por exemplo, que se destruirmos a natureza estaremos destruindo o lugar onde vivem os animais, que por consequência irão morrer”, comenta a vice-diretora da escola, Roberta Obladen.
Outra vantagem dos bichinhos, segundo Roberta, é que eles ajudam na adaptação das crianças ao colégio. “Os animais não fazem diferença entre uma pessoa e outra. Não julgam se uma pessoa é feia ou bonita. Eles aceitam a todos e ativam a área do cérebro humano ligada à emoção. Por isso, na escola, os animais fazem com que as crianças se sintam acolhidas, ajudando na adaptação”.
No Colégio Nossa Senhora do Sion, localizado na BR-277, animais auxiliam em atividades de observação da natureza. No local, em determinados períodos do ano, as crianças podem observar a gestação dos animais, o relacionamento entre mães e filhotes, o crescimento dos bichinhos, além da alimentação e higiene dos mesmos.
“Visitar os animais faz parte da rotina diária dos estudantes. Quando um bichinho nasce, as crianças dão nome a ele e acompanham seu desenvolvimento”, diz a coordenadora da instituição, Maria Cristina Trevizan.
“Acredito que os animais ajudam os alunos a perceberem que não estão sozinhos e fazem parte de um mundo muito maior. As crianças aprendem a ver e respeitar a vida em suas diversas formas”.
Voluntários levam bichinhos para orfanatos da capital
Um grupo de voluntários de Curitiba também tem proporcionado contato com animais a crianças que vivem em orfanatos ou estudam em escolas especiais. Trata-se dos integrantes do Projeto Cão Amigo, criado no ano de 2003, sob iniciativa da psicóloga Manuella Balliana Maciel.
Periodicamente, animais como cães, gatos, hamsters, calopsitas, coelhos e chinchilas são levados a instituições para interagir com crianças e adultos, sendo que atividades também são desenvolvidas em asilos e hospitais. Atualmente, o projeto conta com 86 voluntários humanos e 72 animais.
“Nas visitas dos animais são realizadas atividades que têm como objetivo a melhoria da qualidade de vida; o desenvolvimento educacional, como auxílio dos animais na alfabetização de crianças; e de terapia, que tem fins específicos, como ajudar na fala ou no desenvolvimento motor. As atividades educacionais e terapêuticas costumam ser realizadas por profissionais especializados. Já as de melhoria de vida podem ser realizadas por qualquer pessoa comprometida com o projeto e que passem por uma capacitação oferecida por nós”, explica Manuella.
Já os animais levados às entidades devem ser dóceis e saudáveis, estando com a vacinação, vermífugos, antipulgas e higiene em dia. Eles também são testados antes de serem inseridos no projeto.
“Realizamos uma série de avaliações com o animal antes de permitir que ele seja levado às entidades. Observamos se o bichinho é sociável com outros animais, com pessoas desconhecidas e como se comporta ao levar um susto, ser tocado na boca ou ter o rabo e as orelhas puxados. Tentamos simular situações reais pelas quais ele pode vir a passar nas atividades. São aprovados os animais tranquilos e que não demonstrem agressividade”.
Após serem testados, os animais realizam uma primeira visita experimental, na qual são avaliados na prática das atividades desenvolvidas. Quanto aos cães, não existe uma raça considerada melhor ou pior para os trabalhos desenvolvidos pelo projeto.
O “Cão Amigo” conta tanto com vira-latas quanto com labradores, considerados bastante amistosos, e pintchers, geralmente tidos como mais agitados. “Não importa a raça. São consideradas características individuais de cada animal”, finaliza Manuella.
Convívio contribui para o desenvolvimento afetivo
O convívio com animais contribui no desenvolvimento afetivo das crianças. É isto o que afirma a psicóloga clínica Patrícia Guillon Ribeiro, que é mestre em infância e adolescência e professora da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR).
“Através dos animais, as crianças desenvolvem a capacidade de dar e receber carinho. Há seis anos, nos Estados Unidos, uma pesquisa revelou que as crianças que têm contato com animais têm menores chances de desenvolver transtornos de humor na adolescência. Por isso, acredito que o convívio é bastante saudável e positivo no desenvolvimento”, afirma.
Além do afeto, de acordo com a psicóloga, os animais ajudam meninos e meninas a se tornarem mais responsáveis, enxergarem as consequências dos próprios atos, estabelecerem limites e noção do que pertence a eles e do que pertence ao próximo.
“A criança percebe que, se não der comida, o animalzinho vai ficar com fome e pode adoecer. Passa a dimensionar a própria força física e conhecer as consequência de seus atos, sabendo, por exemplo, que não pode bater no bichinho. Além disso, percebe que deve respeitar o que é do animal e que o animal também não deve pegar as coisas que são dela”, declara. “Os bichos são facilitadores do aprendizado. São riquíssimos para as crianças e possibilitam que elas aprendam de forma bastante lúdica”.
Cães podem ajudar alunos nas escolas
Por Ayrton Mugnaini Jr. | Vida de Cão – qui, 3 de nov de 2011
Mais que amigos e companheiros, os cães são notoriamente excelentes "objetos transicionais" para ajudar no desenvolvimento emocional e sentimental das pessoas, desde pequeninas. E se a escola, como aprendi quando pequeno, é "nosso segundo lar", então ela bem pode incluir algumas das melhores coisas que temos em casa — inclusive animais de estimação, especialmente cães.
Não é assim tão recente ou incomum a noção de ter cães em escolas, além dos óbvios que atuam como guias de alunos deficientes visuais e guardas do estabelecimento. São vários os motivos e as vantagens, inclusive para crianças com necessidades especiais.
"Cãolegas"
Segundo experiências em escolas de Kansas City, nos EUA, crianças aprendem a desenvolver senso de responsabilidade, solidariedade e trabalho em equipe, se organizando e revezando para cuidar do peludo. Havendo maior senso de responsabilidade e solidariedade, a tendência é diminuir o molestamento - problema que no Brasil só ganhou atenção ao ser chamado pelo nome em inglês, "bullying". As crianças se identificam com os cães, comparam o sofrimento de colegas molestados ao de cães com o mesmo problema e se sensibilizam.
Algumas escolas estadunidenses descobriram que cães podem ajudar crianças pequenas mais tímidas e com situações especiais (como síndrome de Down) a desenvolverem sua leitura e também autoconfiança, lendo para peludos, sempre atentos e receptivos e nada predispostos a ridicularizar. Na Inglaterra, a experiência tem demonstrado que alunos mais nervosos ou inquietos tendem a se acalmar e descontrair ao chegarem à escola e serem recebidos por peludos mansos e festeiros, e não há mal nenhum em fazer um cafuné no cão durante a aula de vez em quando.
Na Alemanha já é comum a chamada "Hundgestützte Pädagogik" ("Educação Assistida por Cães"), onde os peludos ajudam até indo buscar material escolar dos alunos. Sem dúvida, mais divertido — e também mais educativo — que a maioria das "Escolinhas" de nossos programas humorísticos.
A entidade International Association of Human-Animal Interaction Organizations (IAHAIO) resumiu tudo numa assembléia de 2001: "A participação dos animais de estimação no currículo escolar estimula o desenvolvimento moral, espiritual e pessoal de cada criança, traz benefícios sociais à comunidade da escola e aumenta as oportunidades de aprendizagem em diferentes áreas do currículo"; "Os programas sobre animais de estimação deveriam, em algum ponto, permitir o contato pessoal com esses animais no ambiente da sala de aula" e a segurança e o bem-estar dos animais envolvidos devem ser garantidos em todos os momentos, bem como respeitados a segurança, a saúde e os sentimentos de cada criança na classe". Mais detalhes em www.iahaio.org
E no Brasil? Em Porto Alegre, por exemplo, a Secretaria Municipal de Educação (Smed) promove campanhas nas escolas pela posse responsável e educação humanitária de animais domésticos, inclusive com a presença de cães nas salas de aula para alunos com necessidades especiais, pois, como resume a Smed, "a presença do cão em sala de aula traz resultados muito positivos na intervenção pedagógica".
Vários colégios de Curitiba mantêm espaços rurais onde crianças podem conviver e interagir com animais e a natureza, o que beneficia não só a conscientização quanto ao meio ambiente, mas também a adaptação das crianças à escola. "Os animais não fazem diferença entre uma pessoa e outra. Não julgam se uma pessoa é feia ou bonita. Eles aceitam a todos e ativam a área do cérebro humano ligada à emoção. Por isso, na escola, os animais fazem com que as crianças se sintam acolhidas, ajudando na adaptação", diz Roberta Obladen, vice-diretora da escola Pés No Chão, que funciona há quase 30 anos.
Para começar
A presença e a residência de cães numa escola devem ser autorizadas pela diretoria do estabelecimento; talvez seja necessário um abaixo-assinado de alunos e professores. E deverá haver um fundo de caixa — subvencionado pelos alunos, prefeitura ou outra pessoa ou entidade — para os custos de alimentação, vacinas, veterinário, brinquedos e outros itens necessários para o peludo viver bem. E deverá haver alguém responsável para tomar conta do bicho, inclusive nos fins de semana e períodos de férias, sejam alunos, funcionários da escola ou ambos.
Há ainda detalhes que, justamente por serem óbvios, vou relembrar: o cão deverá estar muito bem socializado, limpo, vacinado e vermifugado. Em Uruguaiana (RS), iniciou-se este ano uma campanha pelo cuidado com os cães; muitos acompanhavam os piazitos à escola e lá deixavam turmas inteiras de pulgas, sarna e carrapatos.
Obviamente, o cão não precisa ser "professor assistente" nem guarda para ser benvindo nas escolas. Lembrei-me de Dara, cadela vira-lata muito simpática que conheci ao participar de um evento na Faculdade Eça de Queirós, a famosa FACEQ em Jandira, na Grande São Paulo. Em 2008 Dara — ainda sem esse nome — simplesmente resolveu acompanhar um dos porteiros da escola e, sendo época de férias e pouco movimento, ninguém se importou, e ela foi ficando, adotada não só pela FACEQ como também pela Ideal Work, fábrica de uniformes situada ao lado. E, por falta de um nome, a cadela ganhou dois: a Ideal Work, além de também receber carinhosamente a cadela, deu-lhe outro nome, Amarela.
...e outros bichos
Não custa lembrar que a presença animal nas escolas não precisa necessariamente se limitar a cães; outros animais, como gatos, hamsters, coelhos, calopsitas e porquinhos-da-índia também são bem-vindos para aumentar a diversão e prazer em aprender.
Resta-me por ora apenas torcer para que os governos criem frases melhores e mais completas que "Governo do lugar tal, firme e presente cuidando de gente"... Se gente merece cuidados, por quê não os bichos?
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